Este ano tem sido de muita inspiração ancestral, as raízes, o ritmo, a tribo, a ligação à terra e à deusa pairam no inconsciente da Mafalda Mais. De certa forma isso se traduz na sua seleção, embora pelos caminhos mais urbanos e contemporâneos da house music, com o JazzyJack e o Dub como seus anciãos bailarinos favoritos.